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Adepto do Sporting condenado a prisão com pena suspensa

>> Domingo, Janeiro 22, 2012

http://www.maisfutebol.iol.pt/ Os dois adeptos do Sporting levados a tribunal pelos incidentes na Luz foram condenados por dano qualificado. No caso de Bruno Mouta, que já tem antecedentes criminais por injúrias agravadas e posse ilegal de armas, foi mesmo punido com um ano de prisão, com pena suspensa.
Tanto Bruno Mouta quanto Gonçalo Fernandes foram proibidos de ter acesso a recintos desportivos pelo prazo de um ano, durante o qual terão de se apresentar no posto policial da sua residência em todos os dias em que a equipa sénior do Sporting jogue, seja Alvalade ou em qualquer outro estádio.

Para além disso, no caso do outro adepto, Gonçalo Fernandes, que não tem antecedentes criminais, a pena de proibição de frequência de recintos desportivos onde jogue o Sporting, soma-se ainda a uma multa de 1750 euros, que corresponde a 350 dias de multa à taxa mínima de 5 euros.

Os dois adepto foram considerados culpados de dano por terem arrancado corrimões metálicos das bancadas do Estádio da Luz e arremessado os mesmos contra os vidros de acrílico da caixa de segurança instalada para os adeptos do Sporting, no derby da 11.ª jornada, realizado a 26 de Novembro.

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Luís Filipe Vieira julgado e condenado por roubo. O presidente do Sport Lisboa e Benfica tem no seu currículo uma passagem pelo Tribunal da Boa-Hora em Lisboa, onde foi julgado e condenado por roubo. Na altura e sem o protagonismo de hoje no mundo do futebol, o actual presidente movia-se no mundo obscuro do crime, tendo sido iniciada na PJ uma investigação relativamente ao tráfico de estupefacientes. Se relativamente ao tráfico de droga não surgiram as evidências necessárias para o acusar e julgar já quanto ao crime de roubo foi efectivamente julgado e condenado pelo Tribunal da Boa-Hora em Julho de 1993 com uma pena de 20 meses de prisão. No acordão divulgado pelo 3.º Juízo Criminal de Lisboa, o Juiz-Presidente, Afonso Henrique Cabral Ferreira refere com algum humor e ironia à mistura: «esta história é digna da sétima arte» E destaca no mesmo acordão: «o Sr. Luís Filipe Ferreira Vieira foi o único que não se declarou arrependido pelo crime cometido» No mesmo período surgiu inexplicavelmente um homem morto nas instalações da empresa de Luís Filipe Vieira. Crime para o qual não se encontrou explicação, nem se conseguiu descobrir o responsável pelo sucedido. Um mistério..

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